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Home Equity31 de maio, 202613 min

Empréstimo com Garantia de Imóvel: os 8 Principais Bancos e Como Escolher o Certo

Gabriel Meirelles

Gabriel Meirelles

Fundador e CEO da Credios

Vista aérea da Avenida Paulista, centro financeiro de São Paulo, representando o mercado de bancos de crédito com garantia de imóvel

Toda semana me fazem a mesma pergunta: qual é o melhor banco para empréstimo com garantia de imóvel? É a pergunta errada. Não existe um vencedor único — o banco que libera R$ 3 milhões a uma taxa excelente para um empresário é, muitas vezes, exatamente o que recusa a operação de R$ 200 mil do vizinho dele, ou aprova com tarifas que comem todo o benefício.

Em sete anos operando esse mercado pela Credios, com mais de 15 instituições parceiras, vi esse padrão se repetir centenas de vezes. Cada banco tem um perfil de cliente que quer, um tipo de imóvel que aceita de bom grado e uma faixa de valor onde compete de verdade. Fora disso, recusa — ou aprova com condições ruins.

Abaixo está o mapa que eu queria ter tido quando comecei: os oito bancos e fintechs que mais aparecem nas operações que estruturamos, com os prós e contras de cada um, sem filtro. A Credios não trabalha para banco nenhum — trabalha para quem está tomando o crédito.

Por que a escolha do banco importa mais do que a taxa anunciada

O crédito com garantia de imóvel (CGI), ou home equity, deixou de ser nicho. A carteira do mercado vem crescendo em ritmo de dois dígitos ano após ano, segundo a Abecip, puxada por dois fatores. O primeiro é a alienação fiduciária, que dá segurança jurídica ao credor e derruba o risco da operação. O segundo é o Marco das Garantias (Lei 14.711/2023), que passou a permitir usar um mesmo imóvel como garantia em mais de uma operação.

Aqui mora o problema que quase ninguém enxerga: o produto tem o mesmo nome em todos eles, mas a esteira por trás é completamente diferente. Banco grande tradicional roda numa lógica de relacionamento e fidelização. Banco digital roda numa lógica de escala e tecnologia. Fintech especializada roda numa lógica de velocidade e nicho. Quando você bate na porta de um só, está jogando um jogo em que o banco conhece todas as regras e você, nenhuma.

Um banco só consegue te oferecer o produto dele. Ele nunca vai te dizer que, para o seu caso, o concorrente faz melhor. É por isso que uma consultoria independente existe: não para vender um banco, mas para colocar os oito na mesa e escolher o que faz sentido para a sua operação específica.

Vamos aos bancos. Organizei em três grupos, porque eles competem de formas diferentes.

Grupo 1: os que fizeram do CGI um produto central

Banco Inter: o especialista em operações maiores e em perfil empresário

Logotipo do Banco Inter

O Inter é, hoje, um dos nossos principais parceiros — e não é por acaso. Diferente de bancos que tratam o home equity como uma linha secundária, o Inter fez do crédito imobiliário e do CGI um produto estratégico, sustentado por funding de mercado (LCI e LIG) em vez de depender de poupança. Pela leitura de quem opera o mercado, ele figura entre os maiores bancos privados em concessão de CGI, atrás de Itaú, Bradesco e Santander.

Na prática, isso te dá duas vantagens concretas. Há facilidade real para aprovar operações de ticket mais alto, porque eles têm apetite e estrutura, e não tremem diante de uma operação de alguns milhões. E, o que pesa ainda mais para quem é dono de empresa, a análise de crédito do Inter lê bem o perfil empresário. Quem tem renda variável, pró-labore modesto e a maior parte do patrimônio dentro da pessoa jurídica costuma apanhar nos grandes bancos tradicionais, que querem holerite e relacionamento longo. O Inter lê esse perfil com mais inteligência.

No fim de 2025, estruturamos uma operação de mais de R$ 3 milhões para um empresário, com um imóvel avaliado em torno de R$ 15 milhões como garantia. Ele já tinha batido em várias casas de crédito antes de chegar à Credios — e ou recebia “não”, ou recebia uma proposta com taxa salgada. O que destravou não foi sorte. Foi conhecer a política do Inter para esse perfil, montar a apresentação do crédito do jeito que a esteira deles lê melhor, e negociar. O crédito saiu a uma taxa abaixo da média de mercado — exatamente a condição que ele não tinha conseguido sozinho.

Portal Imobiliário do Banco Inter acessado pela Credios, com simulador de home equity e a conta CREDIOS SERVICOS LTDA logada
Nosso acesso direto ao portal de parceiros do Banco Inter. É desse relacionamento que sai a negociação caso a caso.

Contra honesto: por ser muito digital e padronizado, o Inter funciona melhor quando a documentação está redonda e o imóvel é convencional — residencial ou comercial urbano, com habite-se. Imóvel atípico ou papelada com pendência tende a travar a esteira automatizada.

Banco C6: o banco da alta renda e do ticket alto

Logotipo do C6 Bank

O C6 escolheu um nicho e o defende bem: cliente de alta renda. Esse é, sinceramente, o campo onde eles brilham. A esteira, a análise e o relacionamento do C6 são desenhados para o cliente premium, e quando o perfil casa, as condições saem competitivas.

O outro lado dessa moeda é direto. O C6 não se interessa por operação pequena. Operações abaixo de meio milhão de reais não recebem a mesma atenção, e muitas vezes nem avançam de forma fluida. Não é defeito, é estratégia: eles preferem poucas operações grandes a muitas operações pequenas, e o home equity ainda é uma fatia enxuta de uma carteira muito maior.

Quando o C6 faz sentido: pessoa física de alta renda, ticket relevante, imóvel de bom padrão. Quando não faz: operação pequena, ou cliente que precisa de mão na condução. Não é ali que você vai encontrar o atendimento mais paciente do mercado.

Grupo 2: as fintechs especializadas — velocidade e nicho

Creditas: a esteira mais rápida para operações menores e simples

Logotipo da Creditas

Atenção a um detalhe que confunde muita gente: a Creditas não é um banco, é uma fintech. Foi pioneira no CGI no Brasil, fez do home equity o seu primeiro produto e construiu uma esteira de crédito que virou referência de automação no setor.

Temos um relacionamento já longo com eles, com muitas operações fechadas. E aprendi a usar a Creditas pelo que ela tem de melhor: velocidade em operações menores e mais simples. Como o processo é quase todo automatizado e massificado, quando o caso é limpo (imóvel convencional, documentação em ordem, valor não muito alto), a Creditas resolve rápido, com pouca fricção.

Tem também um teto que ajuda a entender onde ela mira: o crédito máximo da Creditas é de R$ 3 milhões por imóvel. Para a maioria das operações isso sobra, mas confirma a estratégia da casa — que é volume e padronização, não o ticket gigante.

O contraponto vem dessa mesma característica. Por trabalhar de forma massificada, a Creditas dá menos atenção individual a cada cliente. Operação grande, complexa, com imóvel atípico ou estrutura societária mais elaborada não é o terreno onde uma esteira automatizada se sai melhor. Ali falta a negociação caso a caso que destrava as exceções. (Se quiser o raio-X completo dessa fintech, escrevi uma análise honesta da Creditas separada.)

Portal de parceiros da Creditas acessado pela Credios, na tela de indicação de operação de Empréstimo com Garantia de Imóvel
Painel de parceria da Credios na Creditas. Operamos dentro do sistema deles — não somos um intermediário de fora.

CashMe: a melhor casa para terreno e imóvel em construção

Logotipo da CashMe

A CashMe é a fintech de crédito com garantia imobiliária do Grupo Cyrela — e essa origem explica quase tudo. Por ter nascido dentro de uma das maiores incorporadoras do país, a CashMe entende de imóvel de um jeito que um banco digital genérico não entende.

É exatamente por isso que ela é, na minha leitura, a melhor casa do mercado para dois casos específicos: terreno (inclusive terrenos urbanos e em condomínio fechado) e imóvel em construção. Onde a maioria dos bancos torce o nariz — porque terreno e obra são garantias que exigem mais análise — a CashMe tem apetite e linha própria, incluindo crédito para construção liberado por fases.

Fizemos com eles, por exemplo, uma operação de CGI sobre um terreno em um condomínio fechado na Barra da Tijuca, no Rio. Terreno é o tipo de garantia que faz banco tradicional travar. Na CashMe, não só passou como conseguimos uma ótima taxa para o cliente — porque ali a garantia é entendida pelo que vale, sem a desconfiança automática que ela enfrenta em outras casas.

Portal do CashPlayer, sistema de parceiros da CashMe, acessado pela Credios para simular operações de home equity
Portal do CashPlayer (CashMe) com nosso acesso de parceiro — onde estruturamos as operações de terreno e construção.

Contra honesto: a CashMe tem teto e piso de operação bem definidos, e o foco em imóvel urbano significa que garantias muito fora do padrão ainda passam por uma análise criteriosa. Mas para terreno e construção, é o primeiro nome que eu coloco na mesa.

Galleria Bank: a fintech do imóvel de alto padrão

Logotipo do Galleria Bank

A Galleria é outra fintech especializada que vem crescendo bastante e que também é parceira da Credios. Estruturada a partir de uma Sociedade de Crédito Direto regulada pelo Banco Central, ela roda uma esteira in house: toda a operação acontece dentro de casa, o que dá uma fluidez parecida com a que a gente busca na própria Credios.

A diferença em relação à nossa filosofia está no foco. A Galleria gosta de operações de maior valor agregado e de imóvel de alto padrão, com força particular no estado de São Paulo, embora atendam o Brasil inteiro. Eles não preferem operação pequena. O ponto ideal deles é o imóvel bom, na faixa de valor que justifica a estrutura.

Sistema de contratos do Galleria Bank acessado pela conta de parceiro da Credios
Acesso da Credios ao sistema de operações do Galleria Bank — relacionamento direto, do cadastro à liberação.

Quando a Galleria faz sentido: imóvel de alto padrão, especialmente em São Paulo, ticket relevante, cliente que valoriza uma esteira ágil. Quando não faz: operação pequena, imóvel de padrão mais simples.

Grupo 3: os grandes tradicionais e públicos

Aqui a regra muda. Os três a seguir têm músculo financeiro enorme, mas o CGI não é o coração da estratégia deles — e isso define como (e se) eles vão te atender.

Santander: taxa boa, mas o relacionamento vem antes

Logotipo do Santander

O Santander é um dos grandes nesse mercado e tem taxas competitivas. Não há o que reclamar do produto em si. O detalhe está em como você chega até ele. O Santander prefere, de longe, clientes que já têm relacionamento com o banco. A análise de crédito é rigorosa, e para fechar costuma ser necessário montar um pacote de relacionamento junto: conta, seguros, outros produtos.

Não é que o Santander seja ruim. É que ele cobra um pedágio de relacionamento pela taxa boa. Para quem já é cliente e tem histórico no banco, pode ser uma excelente porta. Para quem chega de fora, frio, esperando só pegar a taxa anunciada e ir embora, a experiência costuma ser mais trabalhosa do que parece.

Caixa Econômica Federal: a menor taxa do mercado, e a mais difícil de capturar

Logotipo da Caixa Econômica Federal

Vou ser franco: a Caixa tem, quase sempre, a menor taxa de juros nominal do mercado de CGI. As linhas dela, corrigidas por TR, IPCA ou taxa fixa, partem de patamares que nenhuma fintech alcança.

Existe um “mas” enorme: fechar com a Caixa é difícil. É um banco gigante e burocrático, que prefere trabalhar com quem já tem relacionamento antigo e consolidado. Some a isso a questão do funding. Frequentemente falta recurso direcionado para novas operações de CGI, porque a Caixa concentra esforço em outras frentes — habitação popular, Minha Casa Minha Vida e crédito habitacional tradicional, onde detém a maior fatia do país. O CGI compete por recurso e atenção dentro de casa, e quase sempre perde. E quando a operação anda, a Caixa exige um pacote de relacionamento bem completo: seguros, produtos amarrados, idoneidade cadastral impecável, imóvel sem nenhuma pendência na matrícula.

A menor taxa do mercado não serve de nada se a operação não sai — ou se demora tanto que o cliente perde a janela do negócio que motivou o crédito. É a melhor condição que você não consegue capturar.

Banco do Brasil: o gigante que quase não joga esse jogo

Logotipo do Banco do Brasil

O Banco do Brasil é o primeiro banco do país, um colosso público. E mesmo assim, no CGI, você quase não ouve falar dele. A razão é simples: o BB tem pouco apetite para esse produto. Ele oferece a linha, existe no papel, mas não a trata como estratégia.

Quando o BB faz uma operação de CGI, costuma ser de forma excepcional: para um cliente que já está no relacionamento dele há muito tempo, e em que o imóvel entra mais como reforço de garantia de um crédito que o banco faria de qualquer jeito — não como o produto principal. O foco do BB está em outras linhas: agronegócio, crédito a grandes empresas, consignado e habitação. O CGI é, para ele, periférico.

Tradução prática: não conte com o Banco do Brasil para uma operação de CGI competitiva se você não for cliente histórico dele. Para o mercado em geral, ele não está nessa mesa.

Os 8 lado a lado

Para quem cada banco faz sentido
InstituiçãoPerfil de cliente idealImóvel preferidoTicket típicoPonto forte
Banco InterEmpresário, renda na PJUrbano convencionalMédio a alto (milhões)Lê bem o perfil empresário; apetite para ticket alto
C6 BankPessoa física de alta rendaBom padrãoAltoEsteira premium para alta renda
CreditasOperação simples e rápidaConvencionalAté R$ 3 miVelocidade e automação
CashMeQuem tem terreno ou obraTerreno, construção, urbanoMédioAceita terreno e imóvel em construção
Galleria BankImóvel de alto padrão (SP)Alto padrãoAltoEsteira in house ágil
SantanderJá é cliente do bancoConvencionalMédio a altoTaxa competitiva (com relacionamento)
CaixaCliente antigo e fielSem pendência na matrículaVariadoMenor taxa nominal do mercado
Banco do BrasilCliente históricoExcepcionalMúsculo financeiro (mas pouco apetite no CGI)

As taxas mudam toda hora e dependem do seu caso — por isso não entram na tabela. O que não muda é o perfil de cada casa. É nisso que vale prestar atenção.

Como escolher na prática (e quando o CGI não faz sentido)

Depois de comparar os oito, a pergunta certa não é “qual o melhor banco?”. É “qual o melhor banco para a minha operação?”. E isso depende de quatro variáveis que eu sempre coloco na mesa.

1. O valor. Operação pequena e simples? Velocidade importa mais que tudo, e fintech de esteira rápida tende a vencer. Operação grande, de milhões? Aí entram os especialistas em ticket alto, com negociação caso a caso.

2. O perfil do tomador. Empresário com renda na PJ apanha em banco tradicional e vai melhor em instituição que lê esse perfil — é a lógica do CGI para capital de giro de empresas. Pessoa física de altíssima renda tem casas que disputam por ela. Quem tem restrição no nome precisa de quem analise a garantia acima do score.

3. O tipo de imóvel. Terreno e construção eliminam metade da lista logo de cara, porque só algumas casas têm apetite real. Imóvel de alto padrão abre portas premium. Imóvel atípico ou com pendência na matrícula exige saber, de antemão, quem aceita e quem trava.

4. A urgência e o relacionamento. Tem pressa? Foge de quem é lento e dependente de relacionamento. Já é cliente forte de um banco grande? Pode valer capturar a taxa baixa pagando o pedágio do relacionamento.

E uma honestidade que banco nenhum vai te dar: às vezes o CGI não é o melhor caminho. Se o valor é baixo e o prazo é curto, o custo de cartório, avaliação e registro pode não compensar. Se a sua dor é pontual e some em três meses, há linhas mais simples. O CGI brilha quando você precisa de valor alto, prazo longo e custo baixo ao mesmo tempo — para capital de giro, troca de dívida cara, reestruturação patrimonial ou uma oportunidade de investimento. Fora disso, eu mesmo seguro o cliente e mando pensar melhor.

A diferença entre fazer isso sozinho e fazer com quem conhece a política de crédito de cada banco por dentro aparece na taxa final — e, muitas vezes, na simples diferença entre o crédito sair ou não sair.

Gabriel Meirelles

Onde a Credios entra

Repare numa coisa: tudo o que você leu até aqui — qual banco lê empresário melhor, quem aceita terreno, onde a taxa baixa não sai do papel, quem tem apetite para milhões — não está em nenhum site de banco. Banco não conta o ponto fraco dele, e muito menos o ponto forte do concorrente.

É exatamente esse o trabalho da Credios. Não somos um banco e não trabalhamos para nenhum deles. Somos uma consultoria independente, correspondente de mais de 15 instituições, e o nosso único cliente é quem está tomando o crédito. Quando alguém chega com um imóvel e uma necessidade, a gente não pergunta qual produto temos para empurrar. A gente pergunta qual desses oito — e dos outros parceiros — vai dar a melhor taxa, nas melhores condições, no menor prazo de aprovação e com a maior chance real de sair. E aí negocia.

Assinatura de contrato de crédito com garantia de imóvel sobre mesa de reunião
Cada caso citado aqui é real. A escolha do banco certo costuma ser a diferença entre uma proposta morna e a melhor condição do mercado.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Afinal, qual é o melhor banco para crédito com garantia de imóvel?

Não existe um melhor banco universal. Existe o banco certo para a combinação entre o seu imóvel, o seu perfil e o tamanho da operação. Um imóvel urbano convencional de um empresário pede um banco; um terreno pede outro; uma operação de milhões pede um terceiro. É por isso que comparar várias instituições, em vez de bater em uma só, costuma fazer diferença direta na taxa e na aprovação.

Posso usar terreno ou imóvel em construção como garantia?

Sim, mas só algumas casas têm apetite real para isso. A maioria dos bancos tradicionais trava diante de terreno e obra, porque são garantias que exigem mais análise. Fintechs com origem no mercado imobiliário tendem a aceitar com mais naturalidade, inclusive com linha de crédito para construção liberada por fases.

A Caixa não tem sempre a menor taxa? Por que não fechar com ela?

A Caixa costuma ter a menor taxa nominal, mas é a mais difícil de capturar: prefere relacionamento antigo, exige pacote completo de produtos e seguros, e frequentemente falta funding direcionado para novas operações de CGI. A menor taxa não serve de nada se a operação não sai ou demora demais.

A Credios cobra para fazer essa comparação?

Não. A Credios é correspondente bancário remunerado pelas instituições parceiras quando a operação é concluída. Para quem está tomando o crédito, a consultoria é gratuita.

Próximos passos

Se você chegou até aqui e quer entender quanto o seu imóvel especificamente pode liberar de crédito — com as taxas e prazos reais que os bancos estão praticando hoje, e em qual deles a sua operação faz mais sentido — o simulador da Credios cobre isso em poucos minutos. É gratuito e sem compromisso.

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Estimativa para fins didáticos. A taxa final depende do seu perfil de crédito, do imóvel e do banco escolhido. Não inclui IOF nem CET.

Se preferir a versão em vídeo, com a comparação banco a banco explicada de forma visual, ela está no nosso canal no YouTube.

E se quiser entender a base jurídica que torna tudo isso possível, vale a leitura do mecanismo da alienação fiduciária que sustenta o CGI.

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Sobre o autor

Gabriel Meirelles

Gabriel Meirelles

Fundador e CEO da Credios

Fundador e CEO da Credios, consultoria especializada em Crédito com Garantia de Imóvel. Em sete anos liderando a empresa, intermediou R$ 137M+ em 500+ operações com 15+ bancos parceiros. Formado em Direito pela UERJ, atua no mercado de crédito desde 2019. Antes fundou uma securitizadora com R$ 50M+ em ativos sob gestão, sempre com foco em crédito com garantia imobiliária.

  • Fundador e CEO da Credios (2019–presente)
  • Formado em Direito pela UERJ
  • R$ 137M+ intermediados em 500+ operações
  • Correspondente bancário com 15+ instituições parceiras
  • Fundador prévio de securitizadora com R$ 50M+ AUM